Pode confiar em nós.

Já nos primórdios da C&A há 170 anos que os fundadores da empresa consideravam a qualidade dos seus produtos algo essencial. Nada mudou desde então. A responsabilidade pela qualidade e segurança dos produtos é assumida pelo Departamento de Controlo de Qualidade, activo em todo o mundo, que solicita a conceituados institutos externos a verificação dos nossos produtos quanto às suas propriedades e características de segurança dos materiais, relativamente ao corte e acabamento. Isto proporciona a máxima protecção e segurança e assegura que as colecções da C&A correspondem sempre aos mais recentes padrões de segurança.

A segurança tem um nome: QAD

O Quality Assurance Departement (QAD) opera a partir de ambas as centrais em Bruxelas e Düsseldorf e, além do controlo dos padrões de qualidade e de segurança indicados, tem a tarefa de aumentar a consciência relativamente a aspectos importantes para a segurança e saúde dentro da empresa e junto dos fornecedores. No Departamento de Controlo de Qualidade central da C&A trabalham, no total, 24 colaboradores. No entanto,  este departamento conta ainda com vários técnicos provenientes dos nossos institutos parceiros externos.

As três fases do controlo de qualidade.

A C&A trabalha de acordo com um sistema de elevado sucesso, o qual garante a segurança e a inocuidade humano-ecológica dos nossos produtos. Este sistema estende-se ao longo de toda a cadeia de produção – desde a produção das fibras, passando pela produção dos produtos, até à inspecção final e aleatória de cada produto nas nossas filiais.
São necessárias três fases decisivas do processo de controlo de qualidade até um artigo poder chegar ao comércio:

  1. O controlo-padrão – verificação de vários critérios como, por ex., processamento, propriedades químicas, normas legais, requisitos de segurança, etc.
  2. Quality Conformity Check (QCC) – este relatório de teste químico e físico é um pré-requisito para o envio dos produtos à C&A. Os produtos apenas poderão ser expostos nas lojas se os relatórios apresentarem resultados positivos.
  3. Structured Quality Checks – controlos aleatórios de produtos que já se encontram nas lojas, realizados por institutos de inspecção externos.

Para a pior das situações: a European Crisis Management (ECMT).

Apesar de todas as precauções, poderá ser necessária uma intervenção imediata e coordenada por parte do nível superior da organização, a fim de evitar danos da empresa ou de terceiros. Tendo em mente estas situações foi criada a European Crisis Management Team (ECMT). Dois exemplos do trabalho da ECMT são, por um lado, a criação de planos de acção no início de 2009, enquanto se temia o risco de uma nova propagação do vírus H1N1. Por outro lado, a protecção dos funcionários nas unidades de produção de ganga, que estão expostos a agentes prejudiciais à saúde.  Em ambos os casos, a EMCT empenha-se com sucesso.