Bio-algodão na C&A – uma boa sensação.
O empenho da C&A no sentido da criação de bio-algodão certificado é um componente essencial da nossa estratégia de sustentabilidade para a protecção das pessoas e do ambiente. O algodão é a planta que não se destina a fins de nutrição mais cultivada em todo o mundo. O cultivo de algodão convencional consome quantidades significativas de matérias-primas naturais de disponibilidade limitada como, por exemplo, a água, e exige grandes quantidades de fertilizantes artificiais e pesticidas tóxicos. O cultivo orgânico de bio-algodão tem um efeito positivo sobre o ambiente nos países de produção e na saúde dos agricultores e das suas famílias. Por esse motivo, a C&A iniciou um programa de bio-algodão há 5 anos. E ainda hoje é um dos líderes mundiais no mercado para têxteis e algodão biológico.
A cooperação com a Textile Exchange e a Shell Foundation foi crucial para o sucesso do programa de bio-algodão da C&A na Índia. Graças a esta colaboração foi possível seleccionar empresas agrícolas adequadas, formar agricultores e prestar todo o apoio necessário. E o programa cresce de forma contínua. Já em 2008 a C&A vendeu apreciáveis 15,3 milhões de peças de roupa em algodão biológico. Em 2010 o número passou para 26 milhões. O que significa que o total da colecção em algodão da C&A já consiste em 13% de algodão biológico. Um argumento de venda importante para os nossos clientes foi e continua a ser o facto de o preço do vestuário em bio-algodão na C&A ser equivalente ao vestuário em algodão convencional. Este é o contributo prestado pela C&A em oferecer produtos em bio-algodão certificado, tendo em mente os seus clientes atentos à qualidade.
O objectivo principal da C&A para as suas actividades na Índia é melhorar significativamente o meio ambiente e as condições de vida de mais de 30 000 agricultores e das suas famílias. Para alcançar este objectivo foi criada uma nova organização, com o nome "CottonConnect". Esta organização dedica-se ao incentivo orientado da transição de métodos de cultivo convencionais para métodos sustentáveis ou renováveis, com a ajuda de modelos de negócio transferíveis, estabelecendo parcerias com comerciantes a retalho e marcas.


